Impermeabilização
de caixas de água, reservatórios
e cisternas com argamassa polimérica
e termoplástica. Reestruturação
de impermeabilização com telas
de poliéster engomadas. Restauração
de caixas de água de alvenarias em
geral.
Impermeabilizar é o ato de isolar
e proteger os materiais de uma edificação
da passagem indesejável de líquidos
e vapores, mantendo assim as condições
de habitabilidade da construção.
É uma técnica que consiste
na aplicação de produtos específicos
com o objetivo de proteger as diversas áreas
de um imóvel contra a ação
de águas que podem vir da chuva,
de lavagem, de banhos ou de outras origens.
Como tudo em construção civil,
a impermeabilização também
deve ser planejada para reduzir o custo
e aumentar a eficiência.
Quanto
custa uma impermeabilização
bem feita?
Em qualquer atividade que envolve canalização
de recursos financeiros temos que analisar
a chamada “relação custo-benefício”.
Em impermeabilização não
é diferente.
Se estudarmos o custo de uma boa impermeabilização,
veremos que varia entre 1% a 3% do custo
total da obra. Se os serviços forem
executados apenas depois de constatar problemas
com infiltrações na edificação
já pronta, o custo com a impermeabilização
ultrapassa em muito este percentual. Isto
porque refazer o processo de impermeabilização
pode gerar um acréscimo de 10% a
15% do valor do serviço.
Devido aos altos índices de manifestações
patológicas que vêm ocorrendo
nas edificações busca-se,
cada vez mais, a garantia e o controle da
qualidade em todo o processo construtivo.
Desta forma, a qualidade final do produto
depende da qualidade do processo, da interação
entre as fases do processo produtivo e da
intensa retro-alimentação
de informações, fatores que
proporcionam a melhoria contínua.
Os tipos de Impermeabilização
podem ser divididos em:
• Pré-fabricados (manta asfáltica)
- Possuem espessuras definidas e controladas
pelo processo industrial.
• Moldado no local - pode ser aplicado
à quente (asfaltos em bloco) ou a
frio (emulsões e soluções).
• Rígido - Com argamassas poliméricas,
conferem proteção mecânica
à superfície impermeabilizada
Impermeabilizar
não é só aplicar produtos
químicos, visa obter 100% de estanqueidade.
Para isso devemos observar as seguintes
fases:
• Materiais Impermeabilizantes.
• Mão de obra de aplicação.
• Qualidade da construção.
• Fiscalização.
• Orientação aos usuários.
• Memorial descritivo.
• Especificação dos
materiais a serem utilizados.
• Definição dos serviços
a serem realizados.
• Estimativa de custos dos serviços
descritos.
Dicas para uma boa impermeabilização:
Lajes com piscina e jardim: Arredonde os
cantos vivos, que são as juntas entre
a parede de alvenaria e a laje de concreto.
É
necessário primeiro constatar se
a pressão da água no local
é positiva ou negativa. Sendo pressão
positiva são indicados sistemas impermeabilizantes
com produtos a base de asfalto como mantas
e emulsões asfálticas, para
pressão negativa é mais indicado
produto como a argamassa polimérica.
Também
é necessário encher a piscina
de água antes de começar a
impermeabilizá-la, pois com o peso
a da água a estrutura irá
se acomodar e poderão aparecer defeitos
estruturais que devem ser corrigidos antes
mesmo da impermeabilização.
Introdução
Em se tratando de impermeabilização
em uma construção, mesmo que
estejamos adotando material adequado e de
boa procedência, ainda assim não
estamos garantidos. Como em todos os serviços
de uma obra, mais ainda no caso da impermeabilização,
a mão de obra utilizada precisa ser
exaustivamente treinada.
Como
a área a ser impermeabilizada sofrerá
intervenções por outras equipes
antes e depois da aplicação
da camada impermeabilizante, essas equipes
precisam sempre passar por treinamento de
reciclagem para a conscientização
dos riscos responsáveis por um futuro
vazamento.
Temos
no mercado inúmeros produtos impermeabilizantes.
Caros, baratos, fáceis, complicados,
simples e sofisticados. Todos prometem maravilhas,
garantem facilidades na aplicação,
estanqueidade e durabilidade.
Precisamos entender que no mercado dos dias
de hoje, tudo se faz para sobreviver e o
importante é vender.
Claro
que se o produto não cumprir as finalidades
que o seu fabricante garantiu, podemos nos
fazer valer das leis de proteção
do consumidor e até conseguir algum
reparo. Mas não estamos aqui falando
da compra de um televisor que lhe deixou
na mão em um domingo de decisão
de um campeonato. Estamos falando de um
cliente insatisfeito que está com
seu imóvel encharcado. De um apartamento
de cobertura, onde o reparo vai implicar
na quebra de boa quantidade de materiais
de revestimento nobres, sujeiras e contratempos
para o seu cliente que confiou que teria
um local seguro para morar.
Concluímos
então, que o maior prejuízo
será o seu, pois mesmo que consiga
provar, ao fornecedor e aos órgãos
judiciários, que seguiu meticulosamente
as recomendações e instruções
e ainda consiga um ressarcimento, fica o
prejuízo moral perante o cliente,
este sim, é um prejuízo que
nenhum de nós profissionais gostaríamos
de trazer conosco.